Tribunal mantém condenação de Cachoeira e reduz pena para 36 anos e 9 meses


Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi condenado em 2013 por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa em ação decorrente da Operação Lava Jato, que investigou o jogo ilegal em Goiás

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O empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, teve sua condenação confirmada pelo Tribunal Federal da 1ª Região. O julgamento terminou na noite de ontem, 2, e por unanimidade os desembargadores do TRF/1 mantiveram a decisão de primeira instância, mas reduziram a pena do acusado para 36 anos e 9 meses.

Com a decisão, conforme entendimento do STF, que decidiu pela constitucionalidade da prisão após julgamento em segunda instância, Cachoeira deverá iniciar o cumprimento  da pena privativa de liberdade em regime fechado.

Cachoeira foi condenado a quase 40 anos de prisão em 2013 pela Justiça Federal de Goiás, depois que o Ministério Público Federal e a Polícia Federal desbarataram um esquema de corrupção que usava a estrutura do Estado de Goiás e seus agentes para favorecimento ao jogo ilegal.

A defesa dos acusados sustentaram a tese de nulidade das provas colhidas durante a Operação Monte Carlo, o que não foi acatado pelos desembargadores. O Relator do processo foi o desembargador Hilton Queiroz. Mônica Sifuentes foi a revisora e o terceiro julgador foi Pablo Zuniga Dourado.

Sobre o autor

Graduando em Administração de Empresas pela UFG - Campus Goiânia, crítico das práticas politiqueiras e absolutamente intolerante a corrupção. @regesmaia

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