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Política

“A solução para o transporte coletivo passa pela prefeitura e pelo Estado”, diz Iris em live

Chefes de executivos municipais e estadual, do legislativo goiano, representantes do Judiciário, do Ministério Público Estadual, dos Tribunais de Contas do Estado e dos Municípios e da Defensoria Pública de Goiás se reuniram em teleconferência para avaliação das estratégias de combate à pandemia do novo Coronavírus em Goiânia e região metropolitana.

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O prefeito de Goiânia, Iris Rezende, e o secretário de Saúde do Estado de Goiás, Ismael Alexandrino, representando o Governo de Goiás, além de prefeitos de cidades da região metropolitana, representantes do Legislativo goiano, do Tribunal de Justiça de Goiás, do Tribunal de Contas do Estado de Goiás, do Tribunal de Contas dos Municípios, do Ministério Público Estadual e representantes da Defensoria Pública do Estado, se reuniram em uma live na tarde da última segunda-feira (04/05) para avaliação das estratégias de combate à pandemia do novo Coronavírus em Goiânia e região metropolitana. A necessidade de encontrar uma solução conjunta para o transporte coletivo foi um dos focos da discussão.

Desde o último dia 20 de abril, quando o município de Goiânia e demais cidades da grande Goiânia optaram por seguir o decreto 9.653 do Governo de Goiás, que flexibilizou o isolamento social no Estado e reconheceu como essenciais, portanto passíveis de funcionamento, uma série de segmentos comerciais, industriais e de serviços, os usuários do transporte coletivo da região metropolitana vêm enfrentando dificuldades e aglomerações em terminais, sobretudo pela decisão das empresas de diminuírem o número de veículos em circulação.

As empresas alegam que, com a redução no número de passageiros em virtude do isolamento social decretado pelo Governo de Goiás, seria inviável rodarem com 100% da frota, já que a demanda pelo transporte púbico não seria suficiente para cobrir as despesas. Os empresários pedem que os serviços, durante a vigência do decreto estadual, sejam subsidiados pelo poder público.

Para o prefeito Iris Rezende, a solução para os problemas do transporte coletivo da região metropolitana passa, necessariamente, pela prefeitura e pelo Estado. De acordo com o gestor, que na última quarta-feira, 28/04, assinou um decreto recomendando o escalonamento de horários para abertura dos comércios, indústrias e prestadoras de serviços no âmbito da capital, não será possível cumprir o decreto estadual com a quantidade de pessoas em circulação e com a quantidade de ônibus disponível.

“Nós implantamos o escalonamento de horários visando a redução das aglomerações nos terminais, mas não foi uma solução definitiva. Precisamos avançar e, para isso, precisamos da ajuda do Estado, que é responsável pela principal linha em circulação: o Eixo Anhanguera”, lembra Iris.

Para o emedebista, o momento é de união, sempre visando o bem da população, num dos momentos mais sensíveis que a humanidade atravessa. Segundo ele, o governador Ronaldo Caiado tem agido com responsabilidade e altivez para conter a pandemia e não há dúvidas de que ajudará a encontrar uma solução para o impasse, que, na sua visão, não pode ser prorrogado, uma vez que penaliza sobremaneira o usuário do transporte coletivo.

“Tenho conversado com os empresários e estamos também avaliando o serviço prestado. Neste momento, precisamos unir forças em prol da população. A solução passa pela prefeitura e pelo governo do Estado. Não tenho dúvidas de que vamos superar este momento. O governador Ronaldo Caiado é um grande parceiro e tem enfrentado essa pandemia de forma muito responsável. Seguiremos juntos”, avalia.

Participaram da reunião, além de Iris Rezende e Ismael Alexandrino, o prefeito de Aparecida de Goiânia, Gustavo Mendanha, o prefeito de Anápolis, Roberto Naves, o presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, deputado Lissauer Vieira, o procurador-geral de Justiça, Ayrton Vecchi, o Ouvidor do Tribunal de Justiça de Goiás, desembargador Carlos Alberto França, o presidente do Tribunal de Contas do Estado, Celmar Rech, o presidente do Tribunal de Contas dos Municípios, Joaquim de Castro, o defensor público-geral de Goiás, Domilson Rabelo, e o primeiro subdefensor público-geral de Goiás, Tiago Gregório.

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