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Cidades

Governo omisso e falta de políticas preventivas fez aumentar vítimas em confrontos com a polícia em Goiás

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Há muitos anos em Goiás a Polícia Militar tem sido a última trincheira entre a “bandidagem” e os chamados “cidadãos de bem”. Isso se deve, sobretudo, à omissão do Governo de Goiás, comandado pelo tucano Marconi Perillo, que, em mais de 16 anos à frente do executivo goiano, não atuou em políticas preventivas e estruturais para conter a violência que assola Goiás. Ao contrário, desde que assumiu o poder em 1999, Marconi Perillo tem assistido passivamente a precarização das forças de segurança pública no Estado e a diminuição do efetivo policial, tanto em números absolutos quanto em números proporcionais.

Publicada no Jornal O Popular de hoje, 03/01, a estatística de mortes em confrontos com a polícia no ano de 2015 assusta. Foram 202 mortes, mais do que o dobro de 2014 e quase quatro vezes o número de 2011. O número de policiais mortos também aumentou: em 2014 foram 3 mortes contra 13 no ano passado.

Curiosamente, apesar de tantas mortes em confronto policial, a violência continua aumentando. Sem políticas preventivas para conter o aumento do número de pessoas delinquindo, Goiás assiste uma verdadeira guerra travada entre, principalmente, a Polícia Militar e os criminosos. O cidadão assiste amedrontado o embate.

Com um efetivo policial muito aquém do mínimo necessário e sem estrutura para a execução penal, Goiás caminhou a passos largos para ocupar a horrorosa condição de 4º pior estado no quesito violência do país. Enquanto Marconi Perillo investe em propaganda (foram mais de R$ 800 milhões em seis anos) o policial, que também é cidadão, pai, filho e marido, se lança à linha de frente de uma batalha sangrenta e cruel, onde, definitivamente, não tem vencedores.

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