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Política

Vereador reafirma proposta de “cortar na própria carne” e diz que a Câmara Municipal de Goiânia poderia devolver até R$ 20 milhões para a Prefeitura pagar temporários

Andrey Azeredo (MDB) usou as redes sociais para ratificar a proposta apresentada ao presidente do legislativo municipal, para que sejam devolvidos à Prefeitura de Goiânia os recursos recebidos em forma de duodécimo e que não foram utilizados. Essa verba seria usada para pagamento dos temporários que tiveram os contratos suspensos em virtude da abrupta queda de arrecadação do município.

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O vereador Andrey Azeredo (MDB) reafirmou sua proposta apresentada ao presidente da Câmara Municipal de Goiânia, vereador Romário Policarpo (Patriota), para que a Casa devolva aos cofres da Prefeitura de Goiânia os recursos recebidos em forma de duodécimo e que não foram usados até o momento. De acordo com o emedebista, o legislativo goianiense teria em caixa cerca de R$ 14 milhões, que já poderiam ser devolvidos ao executivo para fazer frente ao pagamento dos contratos temporários, suspensos em virtude da queda abrupta na arrecadação do município, dada, sobretudo, à retração econômica causada pela pandemia do coronavírus.

De acordo com Andrey Azeredo, a Câmara de Goiânia poderia devolver até R$ 20 milhões à Prefeitura, considerando os R$ 14 milhões que foram economizados de janeiro a março e outros cerca de R$ 6 milhões que serão economizados até maio próximo. Segundo o emedebista, a Câmara recebe todos os meses da Prefeitura de Goiânia algo em torno de R$ 11,2 milhões, mas apenas pouco mais de R$ 7 milhões seriam gastos pelo legislativo municipal.

“Queremos contribuir efetivamente com a Prefeitura nas ações necessárias para o enfrentamento à pandemia e, claro, com a manutenção dos servidores temporários. De janeiro a maio, serão R$ 20 milhões no caixa da Câmara que podem ser destinados ao pagamento destes servidores”, enfatiza.

Azeredo, que foi presidente da Câmara nos dois primeiros anos da atual legislatura, lembra que o momento é de unir forças, independentemente de cor partidária ou quaisquer intenções políticas. Para o parlamentar goianiense, a hora é de ajuda mútua, de solidariedade, de sensibilidade e, acima de tudo, de cada um assumir sua responsabilidade enquanto representante do povo que clama por soluções em meio à pandemia.

“Temos que cortar na carne! A Câmara deve devolver ao Paço o montante que tem economizado do duodécimo, garantindo dignidade e sustento dos trabalhadores temporários que tiveram seus contratos suspensos, principalmente nos meses de abril e maio, os mais críticos da pandemia que se abateu sobre nós”, destaca.

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